
“Será que a Ricardo Eletro vai quebrar?” é o mote da ação
A Pro Brasil Propaganda assina a campanha “Quem ganha é você” para a varejista mineira Ricardo Eletro. A comunicação é uma resposta às principais críticas de posicionamento comercial da marca, baseado no preço.
“Será que a Ricardo Eletro vai quebrar?” é o mote da ação que estampa o mobiliário urbano de 252 pontos em Belo Horizonte e 300 em Salvador. Anúncios para mídia impressa e inserções em TV aberta e spot completam o plano de mídia. A criação é de Leonardo Sousa e Luana Carvalho, com direção de criação de Júlio Alves.
Fonte: Meio & Mensagem
Mais um dos espetaculares ambientes de trabalho do Google, em São Paulo.

Quantas vezes você já precisou procurar por algo na Internet e recorreu a buscadores como Google ou Yahoo? Ou de repente, ficou em dúvida entre comprar produtos fabricados pela Apple ou Microsoft? Provavelmente, sua preferência fez valer a escolha em ambas as situações, optando por algumas das marcas. Mas, por acaso você sabe algo sobre a origem dessas denominações? De idéias simples à outras mais complexas, o Adnews sacia a curiosidade com uma lista de definições de algumas das principais gigantes do ramo da tecnologia. Por ordem alfabética, a primeira da lista é a Apple, criadora do player de áudio digital iPod, entre outros aparatos tecnológicos. Maçã (tradução de apple em idioma português) é a fruta preferida do fundador da empresa Steve Jobs, que além disso, também havia trabalhado anteriormente em um pomar de maçãs. A partir disso, surgiu a idéia de uma denominação simples, próxima e acessível às pessoas.
Já o nome Adobe, da área de tecnologias e softwares, surgiu por uma questão geográfica. Próximo à moradia de seu fundador, John Warnock, corria um rio denominado Adobe Creek. Trata-se, portanto, de uma singela homenagem.
Atuante no ramo de buscas na Internet, a representação Google teve sua origem baseada numa expressão criada por uma criança. “Googol” significa o número 1 seguido de 100 zeros, demonstrando, portanto, a imensidão do universo da Web. A história é curiosa. Um matemático chamado Edward Kasner questionou seu sobrinho de 8 anos sobre como ele classificaria um número realmente grande, o maior em seus pensamentos. A criança então respondeu com aspecto sonoro que Kasner traduziu como “googol”.
A junção das iniciais (INTegrated Electronics) resultou na fabricante de circuitos e chips integrados Intel.
Fundada por Bill Gates, a Microsoft também recorreu às abreviações para emplacar sua marca. (MICROcomputer SOFTware), ou seja, software para microcomputador) é a definição. Vale ressaltar que no início o título era Micro-Soft, com a presença do hífen, que foi retirado posteriormente.
A empresa que hoje é conhecida por Motorola, e especializada em eletrônica e telecomunicações, era, em outra época, chamda de Vitrola. A mudança no “batismo” aconteceu quando a companhia de Paul Galvin deu início à fabricação de rádios de carros.
A cidade de Nokia é a responsável pela denominação da fabricante de aparelhos móveis. Nokia é situada no sul da Finlândia, a 180 km da capital Helsinki. Foi nessa região que a empresa nasceu em 1865, como fabricante de papel.
A junção da palavra latina “sonus”, (som, sônico) e o termo inglês “sunny”, (ensolarado) acabou no nome Sony, fabricante de produtos eletrônicos em geral.
E para fechar a lista da origem das grandes marcas, surge o fornecedor de seviços em Internet Yahoo! . Há duas versões passíveis de explicação. A primeira delas é que a palavra que ilustra o nome da companhia foi inventada por Jonathan Swift e publicada em seu livro “As Viagens de Gulliver”. Os fundadores do Yahoo teriam gostado do significado da palavra, que diz sobre pessoas com atitudes repulsivas, mas com ação e bom coração. Logo, David Filo e Jarry Yang se consideram verdadeiros yahoos. A outra possibilidade fala sobre um acrônimo de Yet Another Hierarchical Officious Oracle, (algo como “Mais um Oráculo Não-Oficial Categorizado”) embora essa hipótese seja menos cotada para a verdadeira escolha.
As informações contidas neste texto foram baseadas no site Company Names.
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O portal de notícias MSNBC.com inaugurou nos EUA o mais interativo e envolvente formato publicitário para cinemas. O “Crowd Gaming” é uma aplicação que instala um sensor de movimentos na sala para permitir que todos os espectadores jogem coletivamente um game na tela, usando seus corpos como um joistick. A primeira experiência trouxe o advergame “Newsbreaker”, inspirado no game clássico de Atari “Breakout”. Os espectadores devem trabalhar em equipe para quebrar uma parede de tijolos, através do direcionamento de uma plataforma que rebate uma bola. A movimentação coletiva dos corpos para esquerda e para a direita determinava a posição da plataforma. A medida que a bola quebrava um tijolo da parede de notícias, os espectadores tinham acesso a uma manchete em tempo real do MSNBC.com.
Este formato será utilizado em sessões de “blockbusters” como Harry Potter, O Quarteto Fantástico e Homem Aranha 3. O jogo também terá uma versão on-line hospedada no portal. O “Crowd Gaming” estimula uma interação coletiva e cria uma experiência de entretenimento que envolve os espectadores com a marca. As primeiras experiêcias com o advergame “Newsbreaker” geraram muito entusiasmo entre os participantes e um recall de 73% para a marca MSNBC.com. Assim como a utilização de recursos teatrais na campanha da Nintendo Wii em Londres, esta é mais uma iniciativa que abre novas possibilidades para a utilização de mídia em cinemas. Veja aqui como funciona o “Crowd Gaming”.
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A pedido do CCRJ - Clube de Criação do Rio de Janeiro, a Giovanni desenvolveu essas peças abaixo, alertando sobre uma prática cada vez mais comum não apenas no eixo rio-sp: anúncios criados para entidades beneficentes apenas como mecanismo para agências abocanharem prêmios. É a prática do fantasmão legalizado. Ideal pra gente repensar quem está a serviço de quem.

Fonte: 16º Festival Mundial de Publicidade de Gramado)
Hans Donner está convencido de que o Brasil só vai melhorar quando mudar o design da bandeira. Principalmente a inclinação da frase “Ordem e Progresso”: “Os positivistas não entendiam de design, hoje todo mundo entende, e sabe a importância dos símbolos. Aquela inclinação prejudica o país”. A proposta dele é dar um giro na esfera azul transformando a faixa branca de descendente em ascendente e incluindo a palavra “amor” no início da frase. Recuperaria, assim, o lema dos positivistas, “o amor por princípio, a ordem por base o progresso por fim”, que originou o “ordem e progresso”.
O designer Hans Donner não mudaria as cores da bandeira, mas acrescentaria um leve degradé dando “volume”. É a aplicação do jogo “claro-escuro” um dos focos da sua palestra no 16° Festival da Publicidade de Gramado. Ele mostrou várias situações de sua vida onde estiveram presentes situações de claro-escuro.
No logo da Globo, o “claro-escuro”está agregado a esfera, elemento que considera permanente ponto de partida de suas criações. “Sou apaixonado por futebol. Vi, aos nove anos, todos os jogos da Copa do Mundo. Me apaixonei pelo Brasil por causa do futebol, era fã do goleiro Gilmar”.
Uma história dele na Globo. “Uma vez, o Boni me disse: ‘Hans, gasta, eu quero o melhor do mundo”.
No encerramento, fez uma declaração que contradisse o elogio à tecnologia: “Não sou muito ligado a computadores. Mas a outra dimensão, muito mais transcedental”. Isso depois de informar sua página na Internet (www.timedimension.net) e mostrar sua participação no lançamento do Windows Vista.
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