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Ricardo Eletro lança campanha para responder críticas de posicionamento
Julho 17, 2007, 11:18 pm
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“Será que a Ricardo Eletro vai quebrar?” é o mote da ação

A Pro Brasil Propaganda assina a campanha “Quem ganha é você” para a varejista mineira Ricardo Eletro. A comunicação é uma resposta às principais críticas de posicionamento comercial da marca, baseado no preço.

“Será que a Ricardo Eletro vai quebrar?” é o mote da ação que estampa o mobiliário urbano de 252 pontos em Belo Horizonte e 300 em Salvador. Anúncios para mídia impressa e inserções em TV aberta e spot completam o plano de mídia. A criação é de Leonardo Sousa e Luana Carvalho, com direção de criação de Júlio Alves.

Fonte: Meio & Mensagem



Jovens consumidores evitam cartões de crédito em transações on-line
Julho 6, 2007, 6:07 am
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Uma pesquisa realizada pela JupiterResearch’s e divulgada pelo site americano eMarketer mostra que os e-shopers americanos com menos de 35 anos preferem pagamentos alternativos ao cartão de crédito. O estudo aponta a preferência por débito ou ainda serviços de transferência como o PayPal.

Cerca de metade dos compradores entre 25 e 34 anos estão sujeitos a este comportamento, contra apenas 39% do total de compradores na internet. A mesma tendência é observada entre os usuários de 18 a 24 anos. As causas apontadas são a convivência e intimidade com a tecnologia.



a história dos nomes de grandes marcas
Julho 6, 2007, 6:05 am
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Quantas vezes você já precisou procurar por algo na Internet e recorreu a buscadores como Google ou Yahoo? Ou de repente, ficou em dúvida entre comprar produtos fabricados pela Apple ou Microsoft? Provavelmente, sua preferência fez valer a escolha em ambas as situações, optando por algumas das marcas. Mas, por acaso você sabe algo sobre a origem dessas denominações? De idéias simples à outras mais complexas, o Adnews sacia a curiosidade com uma lista de definições de algumas das principais gigantes do ramo da tecnologia. Por ordem alfabética, a primeira da lista é a Apple, criadora do player de áudio digital iPod, entre outros aparatos tecnológicos. Maçã (tradução de apple em idioma português) é a fruta preferida do fundador da empresa Steve Jobs, que além disso, também havia trabalhado anteriormente em um pomar de maçãs. A partir disso, surgiu a idéia de uma denominação simples, próxima e acessível às pessoas.

Já o nome Adobe, da área de tecnologias e softwares, surgiu por uma questão geográfica. Próximo à moradia de seu fundador, John Warnock, corria um rio denominado Adobe Creek. Trata-se, portanto, de uma singela homenagem.

Atuante no ramo de buscas na Internet, a representação Google teve sua origem baseada numa expressão criada por uma criança. “Googol” significa o número 1 seguido de 100 zeros, demonstrando, portanto, a imensidão do universo da Web. A história é curiosa. Um matemático chamado Edward Kasner questionou seu sobrinho de 8 anos sobre como ele classificaria um número realmente grande, o maior em seus pensamentos. A criança então respondeu com aspecto sonoro que Kasner traduziu como “googol”.

A junção das iniciais (INTegrated Electronics) resultou na fabricante de circuitos e chips integrados Intel.

Fundada por Bill Gates, a Microsoft também recorreu às abreviações para emplacar sua marca. (MICROcomputer SOFTware), ou seja, software para microcomputador) é a definição. Vale ressaltar que no início o título era Micro-Soft, com a presença do hífen, que foi retirado posteriormente.

A empresa que hoje é conhecida por Motorola, e especializada em eletrônica e telecomunicações, era, em outra época, chamda de Vitrola. A mudança no “batismo” aconteceu quando a companhia de Paul Galvin deu início à fabricação de rádios de carros.
A cidade de Nokia é a responsável pela denominação da fabricante de aparelhos móveis. Nokia é situada no sul da Finlândia, a 180 km da capital Helsinki. Foi nessa região que a empresa nasceu em 1865, como fabricante de papel.

A junção da palavra latina “sonus”, (som, sônico) e o termo inglês “sunny”, (ensolarado) acabou no nome Sony, fabricante de produtos eletrônicos em geral.

E para fechar a lista da origem das grandes marcas, surge o fornecedor de seviços em Internet Yahoo! . Há duas versões passíveis de explicação. A primeira delas é que a palavra que ilustra o nome da companhia foi inventada por Jonathan Swift e publicada em seu livro “As Viagens de Gulliver”. Os fundadores do Yahoo teriam gostado do significado da palavra, que diz sobre pessoas com atitudes repulsivas, mas com ação e bom coração. Logo, David Filo e Jarry Yang se consideram verdadeiros yahoos. A outra possibilidade fala sobre um acrônimo de Yet Another Hierarchical Officious Oracle, (algo como “Mais um Oráculo Não-Oficial Categorizado”) embora essa hipótese seja menos cotada para a verdadeira escolha.

As informações contidas neste texto foram baseadas no site Company Names.



ghostbuster
Junho 18, 2007, 10:06 pm
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A pedido do CCRJ - Clube de Criação do Rio de Janeiro, a Giovanni desenvolveu essas peças abaixo, alertando sobre uma prática cada vez mais comum não apenas no eixo rio-sp: anúncios criados para entidades beneficentes apenas como mecanismo para agências abocanharem prêmios. É a prática do fantasmão legalizado. Ideal pra gente repensar quem está a serviço de quem.



:: preço da fofoca ::
Maio 28, 2007, 3:55 am
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13 dias de trabalho a menos por ano, diz estudo britânico

Levantamento realizado entre trabalhadores britânicos estimou o custo da fofoca e de outras interrupções no trabalho, como problemas com o computador.
A consultoria de recursos humanos Office Angels disse que foi “surpreendente” descobrir que os desperdícios chegam a uma média individual de 13 dias úteis de trabalho por ano, ou quase três semanas da jornada de trabalho.

Dos cerca de 28,9 milhões de trabalhadores britânicos, 13% admitiram gastar pelo menos duas horas semanais fofocando com os colegas, segundo a pesquisa.

Os britânicos gastam 7,4 milhões de horas semanais nesta atividade, segundo a consultoria. Como o salário médio na Grã-Bretanha é de 11,71 libras por hora, o estudo concluiu que as empresas perdem mais de 86 milhões de libras por ano (cerca de R$ 345 milhões).

A mesma quantia é perdida em encontros descritos como “inúteis”, como reuniões para rediscutir cronogramas de reuniões.

Além disso, o estudo levantou que 8 milhões de horas são gastas por semana com problemas de computadores, na Grã-Bretanha, sendo que 59% dos entrevistados disseram gastar pelo menos 30 minutos por semana reiniciando suas máquinas.

Com base nesses números, o estudo estimou que a perda para a economia britânica chega a 6,85 bilhões de libras, ou cerca de R$ 27 bilhões, por ano.

Por outro lado, algumas atitudes conscientes de trabalhadores britânicos ajudam a melhorar o quadro econômico. Eles estão, por exemplo, reciclando mais papel – 39% dos entrevistados. Cerca de 12% deles disseram substituir os copos de plástico por outros de vidro na hora de tomar água.

Além disso, 35% dos empregados britânicos desligam seu computador ao final do expediente, o que, por noite, equivale a uma economia de 83 milhões de libras, ou cerca de R$ 330 milhões.

Com informações da BBC Brasil.

Fonte: CCSP



Projetando o futuro da Internet
Maio 28, 2007, 3:49 am
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Por Alexandre Magalhães
Coordenador de análise do IBOPE/NetRatings

Lembro-me de uma entrevista com Carlos Heitor Cony há algum tempo, na qual ele afirmava que, apesar de ter adotado um computador recentemente, ainda preferia a velha e boa máquina de datilografia. Eu mesmo, formado no curso de datilografia do Senac, carrego comigo uma enorme facilidade de digitar textos sem olhar para o teclado , coisa que não percebo na maioria dos profissionais de hoje. Somos fruto direto de muitas relações e coisas que vivemos e experimentamos durante as várias fases de nossas vidas. Ainda leio jornal físico, que suja minhas mãos diariamente, apesar de passar horas na Internet todos os dias.

Estou impressionado de ver como está arraigada na cabeça das crianças e adolescentes a vivência com a interatividade, a auto-exposição e a necessidade de participar da construção de conteúdo de qualquer página na Web.

Levantei dados do IBOPE//NetRatings sobre o uso da Internet por crianças e adolescentes em março de 2007, e a importância da chamada web 2.0 é muito clara. Entre crianças e adolescentes de 2 a 16 anos, dos 28 nomes com maior índice de afinidade* com esse target, apenas quatro não são produtos diretamente ligados ao fenômeno web 2.0. Dos 28 endereços com maior afinidade, cinco eram comunidades e quatro fotologs. A tabela a seguir mostra os dados com maior detalhe. Mesmo os sites infantis, já mostram uma interatividade muito grande (ou não teriam audiência!).

Focando a pesquisa no adolescente de 12 a 16 anos, faixa etária também escolhida aleatoriamente, dos 48 endereços com altos índices de afinidade, sete são comunidades, seis são buscadores, três são sites de música, três de vídeo e três são fotologs, entre outros muitos conteúdos participativos.

Apesar de terem idades muito próximo dos adolescentes, pessoas um pouco mais velhas, entre 20 a 30 anos, já mostram um tipo de navegação muito mais próxima do que talvez chamássemos de Web 1.0, ou seja, motivado por resolução de problemas concretos, como e-banking, e-commerce, notícias, entre outros conteúdos.

Acredito que as empresas que oferecem esse conteúdo, que hoje é muito importante para os mais velhos, serão forçadas a oferecer algo muito mais interativo e muito menos “isso é o que nossa corporação oferece online. É pegar ou largar”. É fundamental para as empresas se planejarem para receber o adolescente de hoje como cliente de amanhã, sabendo que ele experimentou tudo de mais interativo, participativo, com bastante imagem e música. Um mundo em que muitas vezes há dificuldades com direito autoral, à privacidade, entre outras aberturas que a web proporciona.

Assim como o Cony prefere a máquina de datilografia, os novos consumidores preferirão consumir de empresas que os deixem manifestarem-se como aprenderam a fazer em sua adolescência.

Fonte: WNews



Varejo passará por profundas mudanças na próxima década
Maio 27, 2007, 9:45 pm
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Em 2015, os varejistas americanos terão de ser mais relevante localmente, operar diversos formatos de loja sempre com foco nos clientes, ser multicanais e incrementar a oferta de serviços para a população idosa.

Essas são as principais conclusões da TNS Retail Forward, que realizou na semana passada sua conferência anual estratégica, com o tema “Retailing 2015: New Frontiers”.

Para a empresa, o cenário varejista será radicalmente diferente em poucos anos - mais global, mais diversificado e muito mais complexo. Grande parte dessas mudanças no varejo americano ocorrerão pelo envelhecimento dos baby boomers, muitos já na casa dos 70 anos, que estão deixando de ser a força econômica preponderante no país. Os novos consumidores são mais interativos, o que impacta todas as formas de relacionamento com eles.



coolhunterbr - boutique de tendências
Maio 25, 2007, 2:50 am
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Muito conteúdo e ótimas referências de blogs nacionais e internacionais.

Vale conferir.



E-commerce deve crescer no Dia dos Namorados
Maio 25, 2007, 2:42 am
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As compras para dia dos namorados prometem representar crescimento para o e-commerce, como prevê a consultoria E-bit. A previsão é que haja um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado e o faturamento passe de R$153 para R$230 milhões.

Os presentes mais procurados devem estar na categoria de informática, saúde e beleza, perfumes e cosméticos, e flores e café da manhã. O ticket médio terá um aumento de 5%, o que representa o valor de R$282.



Mobile marketing terá código de ética
Maio 15, 2007, 10:13 pm
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Recém-lançada Associação de Marketing Móvel do Brasil prepara normas de conduta para o setor

Alexandre Zaghi Lemos

A elaboração de um código de ética que norteie a conduta das empresas envolvidas no crescente uso de aparelhos portáteis, especialmente os celulares, como meios de difusão para estratégias comerciais é uma das prioridades da Associação de Marketing Móvel do Brasil. A entidade terá, inclusive, uma certificação para que o mercado possa identificar suas associadas que seguem as normas.

Empossada no último dia 3, a primeira diretoria da AMMB é formada por profissionais de 15 empresas, selecionados entre as cerca de 30 associadas fundadoras, tendo Ronaldo Fernandes (Okto) na presidência e Samantha Feres (Cyclelogic) na vice-presidência. “Não seremos um órgão regulador, mas queremos disseminar as normas de conduta para o setor, já que este é um negócio muito novo, que ainda sofre com mal entendidos quanto ao que se pode ou não fazer. Além disso, algumas empresas que se vendem como especializadas em mobile marketing entregam um serviço ruim aos seus clientes e prejudicam todo o mercado”, comenta Fernandes.

Dedicando-se inicialmente aos tramites burocráticos que envolvem a criação da associação, a diretoria preocupa-se em torná-la o mais representativa possível. Além de integradores, agregadores e provedores de conteúdo, que constituem a maioria dos que já aderiram, haverá um esforço para atrair sobretudo as operadoras de telefonia e as agências de publicidade.

Segundo Fernandes, entre os planos da AMMB também estão o lançamento de uma premiação para reconhecer os melhores cases brasileiros de mobile marketing e a realização de workshops e eventos capazes de contribuir para a evolução deste setor. “Iremos trabalhar ainda para concentrar na associação o maior número possível de pesquisas sobre o marketing móvel, que ainda são muito escassas no Brasil”, salienta.

Fonte: Meio&Mensagem